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	<title>Cine Resenhas</title>
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	<description>Devaneios de um louco... por cinema.</description>
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		<title>Os Fantasmas de Scrooge</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Sep 2010 01:52:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Gonçalves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com carreira consolidada através do Oscar de melhor diretor por &#8220;Forrest Gump &#8211; O Contador de Histórias&#8221;, Robert Zemeckis parece se preocupar mais nos últimos anos em criar experimentos do que histórias com personagens de carne e osso. O primeiro foi &#8220;O Expresso Polar&#8221;, notável pelo seu trabalho de captura de performance. Posteriormente, rodou &#8220;A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-5156" title="Os Fantasmas de Scrooge | A Christmas Carol" src="http://cineresenhas.com/wp-content/uploads/2010/09/00028691-300x296.jpg" alt="Os Fantasmas de Scrooge | A Christmas Carol" width="300" height="296" />Com carreira consolidada através do Oscar de melhor diretor por &#8220;Forrest Gump &#8211; O Contador de Histórias&#8221;, Robert Zemeckis parece se preocupar mais nos últimos anos em criar experimentos do que histórias com personagens de carne e osso. O primeiro foi &#8220;O Expresso Polar&#8221;, notável pelo seu trabalho de captura de performance. Posteriormente, rodou &#8220;A Lenda de Beowulf&#8221;, uma aventura épica apenas regular. Agora, em &#8220;Os Fantasmas de Scrooge&#8221;, Robert Zemeckis foi mais ambicioso, levantando altos duzentos milhões de dólares para um filme que, no fim das contas, não fez o público esperado.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Os Fantasmas de Scrooge&#8221; impressiona. Também não decepcionará aqueles que o selecionarem para integrar uma sessão de filmes natalinos na data comemorativa, mas é exatamente isto a sua maior desvantagem: ele já nasceu com um gosto de coisa datada. Escrito por Charles Dickens (o mesmo de &#8220;Oliver Twist&#8221;) e adaptado para cinema pelo próprio Robert Zemeckis, &#8220;Os Fantasmas de Scrooge&#8221; nos apresenta ao rabugento Scrooge (Jim Carrey, que também se desdobra em outros personagens a exemplo do elenco de apoio). O velho Scrooge, rico e administrador do seu próprio negócio, definitivamente odeia o natal e alguns fantasmas se materializam para mostrar as pessoas que ele magoou no passado por causa de sua ganância. A atmosfera em certos instantes é bem soturna para uma produção Disney e será possível identificar sentimentos humanos no meio de tanta tecnologia. O resultado, mesmo, é apenas correto.</p>
<p style="text-align: justify;">Título Original: A Christmas Carol<br />
Ano de Produção: 2009<br />
Direção: Robert Zemeckis<br />
Elenco: Jim Carrey, Robin Wright, Colin Firth, Gary Oldman, Bob Hoskins, Fionnula Flanagan, Steve Valentine, Daryl Sabara, Julian Holloway, Cary Elwes, Jacquie Barnbrook, Lesley Manville, Molly C. Quinn, Fay Masterson e Leslie Zemeckis<br />
<span style="font-family: Arial,Verdana,Tahoma; line-height: 18px; font-size: 12px; color: #655e46;">Cotação: <img style="outline-width: 0px; font-size: 12px; vertical-align: baseline; background-color: transparent; max-width: 100%; padding: 0px; margin: 0px;" src="http://www.empireonline.com/images/stars/small_3.gif" border="0" alt="3 Stars" hspace="2" vspace="3" height="13" align="absmiddle" /></span></p>
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		<title>O Solista</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 02:13:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>

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		<description><![CDATA[Afeito aos romances de época como &#8220;Orgulho e Preconceito&#8221; e &#8220;Desejo e Reparação&#8221;, o britânico Joe Wright investiu pesado em uma mudança de ares já em seu terceiro longa-metragem. &#8220;O Solista&#8221;, drama verídico rodado nos Estados Unidos, é um filme caro (para efeito de comparação, seu orçamento de sessenta milhões de dólares duplica o custo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-5151" title="O Solista | The Soloist " src="http://cineresenhas.com/wp-content/uploads/2010/09/17887_46-200x300.jpg" alt="O Solista | The Soloist " width="200" height="300" />Afeito aos romances de época como &#8220;Orgulho e Preconceito&#8221; e &#8220;Desejo e Reparação&#8221;, o britânico Joe Wright investiu pesado em uma mudança de ares já em seu terceiro longa-metragem. &#8220;O Solista&#8221;, drama verídico rodado nos Estados Unidos, é um filme caro (para efeito de comparação, seu orçamento de sessenta milhões de dólares duplica o custo de &#8220;Desejo e Reparação&#8221;) e adota um estilo de narrativa que os fãs do jovem cineasta não reconhecerão.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada vez melhor, o astro tardio Robert Downey Jr. incorpora aqui o jornalista da Los Angeles Times Steve Lopez. Dias após sofrer um acidente ao pedalar de bicicleta conhece o morador de rua Nathaniel Anthony Ayers Jr. (Jamie Foxx, que aqui parece estar desesperado para entregar um desempenho tão arrebatador quanto em &#8220;Ray&#8221;, produção que lhe rendeu o Oscar de melhor ator), um solista talentoso. Steve fica tão impressionado pela habilidade do sujeito que passa a segui-lo com certa obsessão. Em flashbacks, &#8220;O Solista&#8221; vai mostrando como este personagem chegou a condição de vagar pelas ruas mais sórdidas de Los Angeles.</p>
<p style="text-align: justify;">O grande destaque de &#8220;O Solista&#8221; é fazer da música um elemento em desenvolvimento na narrativa e uma razão de mudança de comportamentos em seus protagonistas, algo que o notável compositor Dario Marianelli sempre mantém em evidência usando músicas de Beethoven. Uma bela cena que merece ser destacada é quando Steve e Nathaniel compõem o único público a prestigiar um concerto, com uma montagem que substitui as reações dos personagens por fortes explosões de cores que tomam a tela. &#8220;O Solista&#8221; também é um bonito drama sobre amizade. A roteirista Susannah Grant, que adaptou o livro &#8220;O Solista&#8221; escrito pelo próprio Steve Lopez, entretanto, erra na forma superficial como retrata a esquizofrenia de Nathaniel.</p>
<p style="text-align: justify;">Título Original: The Soloist<br />
Ano de Produção: 2009<br />
Direção: Joe Wright<br />
Elenco: Robert Downey Jr., Jamie Foxx, Catherine Keener, Tom Hollander, Lisa Gay Hamilton, Stephen Root, Nelsan Ellis, Justin Martin, Rachael Harris, Lorraine Toussaint, Kokayi Ampah e Patrick Tatten<br />
<span style="font-family: Arial,Verdana,Tahoma; line-height: 18px; font-size: 12px; color: #655e46;">Cotação: <img style="outline-width: 0px; font-size: 12px; vertical-align: baseline; background-color: transparent; max-width: 100%; padding: 0px; margin: 0px;" src="http://www.empireonline.com/images/stars/small_3.gif" border="0" alt="3 Stars" hspace="2" vspace="3" height="13" align="absmiddle" /></span></p>
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		<title>Código de Conduta</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 02:50:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>

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		<description><![CDATA[O nova-iorquino Felix Gary Gray (ou melhor, F. Gary Gray) passou a ser valorizado em 1998 quando trabalhou em &#8220;A Negociação&#8221; com um investimento de cinquenta milhões de dólares, o maior até então para um diretor negro. Além do ótimo filme protagonizado por Samuel L. Jackson e Kevin Spacey, sua filmografia também contemplam o espetacular [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-5142" title="Código de Conduta | Law Abiding Citizen" src="http://cineresenhas.com/wp-content/uploads/2010/09/22420_22-300x199.jpg" alt="Código de Conduta | Law Abiding Citizen" width="300" height="199" />O nova-iorquino Felix Gary Gray (ou melhor, F. Gary Gray) passou a ser valorizado em 1998 quando trabalhou em &#8220;A Negociação&#8221; com um investimento de cinquenta milhões de dólares, o maior até então para um diretor negro. Além do ótimo filme protagonizado por Samuel L. Jackson e Kevin Spacey, sua filmografia também contemplam o espetacular &#8220;Uma Saída de Mestre&#8221; (a famosa refilmagem de &#8220;Um Golpe à Italiana&#8221;) e o denso &#8220;Até as Últimas Consequências&#8221;. Mas há também o patético &#8220;O Vingador&#8221; (com Vin Diesel) e o insosso &#8220;Be Cool &#8211; O Outro Nome do Jogo&#8221;. &#8220;Código de Conduta&#8221; é uma junção do melhor e pior do cinema de F. Gary Gray.</p>
<p style="text-align: justify;">A premissa é muito boa. Clyde (Gerard Butler, finalmente em um bom papel após &#8220;<a href="http://cineresenhas.com/2007/06/300/">300</a>&#8220;) tem sua mulher e filha mortas quando dois bandidos invadem sua residência. A Justiça se mostra falha ao libertar um dos culpados com um acordo estabelecido pelo promotor Nick (Jamie Foxx) após poucos anos cumprindo pena. A vingança neste caso se torna justificável e o pacato Clyde logo mostra sua fúria elaborando planos perfeitos para executá-la. O problema é que, estando morto os dois criminosos, Clyde arma novos planos cuja finalidade é executar a todos os envolvidos neste processo judicial, incluindo o próprio Nick.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo sendo puro entretenimento de ação, &#8220;Código de Conduta&#8221; emite uma interessante denúncia ao sistema judiciário americano. Um dos melhores momentos do filme é uma envolvendo Clyde e a Juíza Laura Burch (papel Annie Corley), uma prova do que é um roteiro bem escrito. Infelizmente, é na narrativa de Kurt Wimmer que há o ponto comprometedor. Há tantos esforços para potencializar a ação e gerar novas surpresas para tudo desmoronar na meia hora final. A partir deste instante, o &#8220;Código de Conduta&#8221; acumula muitos furos e converte de herói para vilão o personagem de Gerard Butler. Lamentável!</p>
<p style="text-align: justify;">Título Original: Law Abiding Citizen<br />
Ano de Produção: 2009<br />
Direção: F. Gary Gray<br />
Elenco: Jamie Foxx, Gerard Butler, Colm Meaney, Bruce McGill, Leslie Bibb, Michael Irby, Gregory Itzin, Regina Hall, Emerald-Angel Young, Christian Stolte, Annie Corley, Richard Portnow, Roger Bart, Josh Stewart e Viola Davis<br />
<span style="font-family: Arial,Verdana,Tahoma; line-height: 18px; font-size: 12px; color: #655e46;">Cotação: <img style="outline-width: 0px; font-size: 12px; vertical-align: baseline; background-color: transparent; max-width: 100%; padding: 0px; margin: 0px;" src="http://www.empireonline.com/images/stars/small_3.gif" border="0" alt="3 Stars" hspace="2" vspace="3" height="13" align="absmiddle" /></span></p>
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		<title>Julie &amp; Julia</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 01:04:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>

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		<description><![CDATA[A americana Nora Ephron sempre foi uma escritora de mão cheia. A badalação pode ser vista nas suas três indicações para o Oscar pelos roteiros de &#8220;Silkwood &#8211; O Retrato de Uma Coragem&#8221;, &#8220;Harry &#38; Sally &#8211; Feitos Um Para o Outro&#8221; e &#8220;Sintonia de Amor&#8221;. Já como diretora o quadro é bem inverso, tenho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-5130" title="Julie &amp; Julia " src="http://cineresenhas.com/wp-content/uploads/2010/08/21534_32-259x300.jpg" alt="Julie &amp; Julia " width="259" height="300" />A americana Nora Ephron sempre foi uma escritora de mão cheia. A badalação pode ser vista nas suas três indicações para o Oscar pelos roteiros de &#8220;Silkwood &#8211; O Retrato de Uma Coragem&#8221;, &#8220;Harry &amp; Sally &#8211; Feitos Um Para o Outro&#8221; e &#8220;Sintonia de Amor&#8221;. Já como diretora o quadro é bem inverso, tenho amargado comentários muito negativos especialmente pelos mais recentes &#8220;Bilhete Premiado&#8221; (comédia estrelada por John Travolta e Lisa Kudrow que foi um enorme fracasso de bilheteria) e &#8220;A Feiticeira&#8221;, adaptação não tão mal-sucedida como comentaram de um prestigiado seriado televisivo. Tendo as extraordinárias Meryl Streep e Amy Adams a sua disposição, fez as pazes com o sucesso através do doce &#8220;Julie &amp; Julia&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Avaliando as pretensões de Nora Ephron, seu trabalho de roteiro e direção são perfeitos. Isto porque aqui há a opção de adaptar dois livros simultaneamente. O primeiro, &#8220;Minha Vida na França&#8221;, foi escrito por Julia Child e Alex Prud&#8217;Homme. Casada com Paul Child (Stanley Tucci), Julia (Meryl Streep, indicada ao Oscar de melhor atriz &#8211; perdeu para Sandra Bullock por &#8220;<a href="http://cineresenhas.com/2010/03/um-sonho-possivel/">Um Sonho Possível</a>&#8220;) tomou gosto pela culinária quando se viu sem distrações na França, pois seu marido passava um grande período fora da residência temporária que habitavam por conta de seu trabalho para o Governo. Praticou tanto que rapidamente criou suas próprias receitas, resultando em livros gastronômicos considerados verdadeiras &#8220;bíblias&#8221; da culinária, e até ganhou um programa televisivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Em tempos mais recentes, a história protagonizada por Amy Adams, que vive Julie Powell, é uma versão inspirada no livro &#8220;Julie &amp; Julia &#8211; 365 Dias, 524 Receitas e 1 Cozinha Apertada&#8221;. Presa a um trabalho exaustivo e casada com Eric Powell (Chris Messina, que fez o noivo de Rebecca Hall em &#8220;<a href="http://cineresenhas.com/2009/03/vicky-cristina-barcelona/">Vicky Cristina Barcelona</a>&#8220;), Julie encontra na criação de um blog uma maneira ideal para driblar o estresse típico de seu cotidiano. Veio com o objetivo de recriar mais de quinhentas receitas presentes no mais famoso livro de Julia Child, &#8220;Mastering the Art of French Cooking&#8221;, em apenas um ano, compartilhando diariamente as experiências com seus leitores que passam a crescer.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais do que dar água na boca com os pratos bem elaborados pelas personagens reais, Nora Ephron apresenta um trabalho caprichado de recriação em &#8220;Julie &amp; Julia&#8221;. Além de caracterizar Meryl Streep para que pareça muito maior (a verdadeira Julia tinha quase dois metros de altura contra os 1,68m da atriz), a diretora adota estilos de condução bem distintos nas duas histórias ligadas. As passagens de Julia Child têm planos mais longos e enquadramentos mais singelos enquanto as de Julie Powell têm um ritmo mais elevado. No saldo final, grande parte do público certamente se identificará muito mais com Julie, pois a sua história de vida sem dúvidas encontra mais conexão na realidade das mulheres (e por que não de homens?) de hoje. Mesmo assim, &#8220;Julie &amp; Julia&#8221; é um filme otimista para aqueles em busca de objetivos que repercutem algum sentido em suas vidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Título Original: Julie &amp; Julia<br />
Ano de Produção: 2009<br />
Direção: Nora Ephron<br />
Elenco: Meryl Streep, Amy Adams, Stanley Tucci, Chris Messina, Linda Emond, Helen Carey, Jane Lynch, Joan Juliet Buck, Vanessa Ferlito e Crystal Noelle<br />
<span style="font-family: Arial,Verdana,Tahoma; line-height: 18px; font-size: 12px; color: #655e46;">Cotação: <img style="outline-width: 0px; font-size: 12px; vertical-align: baseline; background-color: transparent; max-width: 100%; padding: 0px; margin: 0px;" src="http://www.empireonline.com/images/stars/small_3.gif" border="0" alt="3 Stars" hspace="2" vspace="3" height="13" align="absmiddle" /></span></p>
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		<title>Os Cinco Filmes Preferidos, com Mayara Bastos</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Aug 2010 11:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinco Filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes do nascimento do Apaixonada por Cinema no dia vinte de abril de 2008, já tive o privilégio de conhecer a sua autora virtualmente. Mayara Bastos é uma cinéfila que conheci no site de relacionamentos Orkut e sempre fiquei impressionado pela sua simpatia contagiante durante a troca de impressões sobre cinema. Vale também citar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Antes do nascimento do Apaixonada por Cinema no dia vinte de abril de 2008, já tive o privilégio de conhecer a sua autora virtualmente. Mayara Bastos é uma cinéfila que conheci no site de relacionamentos Orkut e sempre fiquei impressionado pela sua simpatia contagiante durante a troca de impressões sobre cinema. Vale também citar o encontro cinéfilo que agendamos no mês passado, onde também conhecemos os blogueiros cinéfilos Robson (autor do Portal Cine, que tive o prazer de conhecê-lo antecipadamente em outro encontro) e Cecília, do Cenas de Cinema. Também é uma das minhas leitoras favoritas, sempre disponibilizando algum tempinho para visualizar as atualizações do Cine Resenhas. Para mim, um comentário sempre funcionou como a &#8220;remuneração&#8221; das experiências cinematográficas que compartilho resumidamente através da escrita e contar com a frequente participação dos meus amigos neste trabalho sempre foi gratificante.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Refletindo desta forma, demorei até demais para oferecer um convite a Mayara para participar desta seção especial do Cine Resenhas, Cinco Filmes. A seleção não poderia ser melhor, com títulos que me marcaram muito na infância e adolescência e que até hoje são considerados clássicos absolutos na história do cinema. Sem mais delongas, vamos disponibilizar o espaço para a blogueira.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Tempos Modernos, de Charles Chaplin (1936, Modern Times)</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Tenho de admitir que &#8220;Tempos Modernos&#8221; acabou fazendo parte de minha vida, desde a infância e temporada escolar em que muitas colégios fazem questão de exibir o filme para turmas de ensino fundamental, até na minha paixão por cinema e filmes cômicos. &#8220;Tempos Modernos&#8221; conquista por ser uma crítica à classe trabalhadora e o comportamento da sociedade na época, mas diverte pelo lado irreverente de Chaplin, sua marca registrada até nos tempos modernos.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">E.T. &#8211; O Extraterrestre, de Steven Spielberg (1982, E.T. the Extra-Terrestrial)</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">&#8220;E.T. &#8211; O Extraterrestre&#8221; é uma produção que introduz o espectador a um Sci-Fi, mas ele é mais do que isso, é um filme de sentimentos, onde há uma amizade improvável e espírito de aventura. Presente nas matinês de família, &#8220;E.T. &#8211; O Extraterrestre&#8221; mostra que mesmo sendo uma pessoa ou um ser de outro planeta, o companheirismo é uma parte eterna e a amizade verdadeira não tem preço.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Bonequinha de Luxo, de Blake Edwards (1961, Breakfast at Tiffany&#8217;s)</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Charmoso é uma das palavras que podem descrever &#8220;Bonequinha de Luxo&#8221;. Além de trazer a cidade americana de Nova York como cartão-postal, mostra Holly, uma moça que veio do interior com o intuito de ter uma vida melhor, como uma personagem ingênua e sonhadora. Baseado no livro de Truman Capote, &#8220;Bonequinha de Luxo&#8221; traz um ícone clássico, com relação à moda e ao romance meloso, mas ao mesmo tempo, que faz torcer para que o casal principal tenha o seu final feliz.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">A Felicidade Não Se Compra, de Frank Capra (1946, It&#8217;s a Wonderful Life)</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">&#8220;A Felicidade Não Se Compra&#8221; é um filme que acabou sobrevivendo ao tempo. Mesmo com a revisão, ele acaba ficando melhor do que a primeira vez. É uma lição de vida em mostrar o que o ser humano atual precisa, como honestidade, solidariedade e amor, em um modo simples e tocante. Um homem que está prestes a dar um ponto final em sua existência recebe uma visita inesperada para tentar impedí-lo desta ideia e mostrar as maravilhas da vida.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">Toy Story, de John Lasseter (1995, Toy Story)</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">&#8220;Toy Story&#8221; marca a primeira vez que a blogueira que vos fala teve a oportunidade de conhecer uma sala escura de cinema. O melhor é a questão da película não só ser a primeira animação em computação gráfica, mas também por conter uma história simples, ao mesmo tempo divertida e emocionante, com personagens carismáticos, que conquista totalmente pela questão da identificação da infância.</div>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-5062" title="Mayara Bastos | Apaixonada Por Cinema" src="http://cineresenhas.com/wp-content/uploads/2010/08/Imagem-300x225.jpg" alt="Mayara Bastos | Apaixonada Por Cinema" width="300" height="225" />Antes do nascimento do <a href="http://apaixonadaporcinema.blogspot.com/">Apaixonada por Cinema</a> no dia vinte de abril de 2008, já tive o privilégio de conhecer a sua autora virtualmente. Mayara Bastos é uma cinéfila que conheci no site de relacionamentos Orkut e sempre fiquei impressionado pela sua simpatia contagiante durante a troca de impressões sobre cinema. Vale também citar o encontro cinéfilo que agendamos no mês passado, onde também conhecemos os blogueiros cinéfilos Robson (autor do <a href="http://portalcine.wordpress.com/">Portal Cine</a>, que tive o prazer de conhecê-lo antecipadamente em outro encontro) e Cecília, do <a href="http://www.cenasdecinema.com/">Cenas de Cinema</a>. Também é uma das minhas leitoras favoritas, sempre disponibilizando algum tempinho para visualizar as atualizações do Cine Resenhas. Para mim, um comentário sempre funcionou como a &#8220;remuneração&#8221; das experiências cinematográficas que compartilho resumidamente através da escrita e contar com a frequente participação dos meus amigos neste trabalho sempre foi gratificante.</p>
<p style="text-align: justify;">Refletindo desta forma, demorei até demais para oferecer um convite a Mayara para participar desta seção especial do Cine Resenhas, Cinco Filmes. A seleção não poderia ser melhor, com títulos que me marcaram muito na infância e adolescência e que até hoje são considerados clássicos absolutos na história do cinema. Sem mais delongas, vamos disponibilizar o espaço para a blogueira.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-5063" title="Tempos Modernos, de Charles Chaplin (1936, Modern Times)" src="http://cineresenhas.com/wp-content/uploads/2010/08/dvd_568.jpg" alt="Tempos Modernos, de Charles Chaplin (1936, Modern Times)" width="150" height="200" /><strong><em>Tempos Modernos, de Charles Chaplin (1936, Modern Times)</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Tenho de admitir que &#8220;Tempos Modernos&#8221; acabou fazendo parte de minha vida, desde a infância e temporada escolar em que muitas colégios fazem questão de exibir o filme para turmas de ensino fundamental, até na minha paixão por cinema e filmes cômicos. &#8220;Tempos Modernos&#8221; conquista por ser uma crítica à classe trabalhadora e o comportamento da sociedade na época, mas diverte pelo lado irreverente de Chaplin, sua marca registrada até nos tempos modernos.</em><br />
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<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-5064" title="E.T. - O Extraterrestre, de Steven Spielberg (1982, E.T. the Extra-Terrestrial)" src="http://cineresenhas.com/wp-content/uploads/2010/08/dvd_14209.jpg" alt="E.T. - O Extraterrestre, de Steven Spielberg (1982, E.T. the Extra-Terrestrial)" width="150" height="200" /><strong><em>E.T. &#8211; O Extraterrestre, de Steven Spielberg (1982, E.T. the Extra-Terrestrial)</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;E.T. &#8211; O Extraterrestre&#8221; é uma produção que introduz o espectador a um Sci-Fi, mas ele é mais do que isso, é um filme de sentimentos, onde há uma amizade improvável e espírito de aventura. Presente nas matinês de família, &#8220;E.T. &#8211; O Extraterrestre&#8221; mostra que mesmo sendo uma pessoa ou um ser de outro planeta, o companheirismo é uma parte eterna e a amizade verdadeira não tem preço.</em><br />
<span style="color: #ffffff;">.<br />
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<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-5065" title="Bonequinha de Luxo, de Blake Edwards (1961, Breakfast at Tiffany's)" src="http://cineresenhas.com/wp-content/uploads/2010/08/DVD_12345.jpg" alt="Bonequinha de Luxo, de Blake Edwards (1961, Breakfast at Tiffany's)" width="150" height="212" /><em><strong>Bonequinha de Luxo, de Blake Edwards (1961, Breakfast at Tiffany&#8217;s)</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Charmoso é uma das palavras que podem descrever &#8220;Bonequinha de Luxo&#8221;. Além de trazer a cidade americana de Nova York como cartão-postal, mostra Holly, uma moça que veio do interior com o intuito de ter uma vida melhor, como uma personagem ingênua e sonhadora. Baseado no livro de Truman Capote, &#8220;Bonequinha de Luxo&#8221; traz um ícone clássico, com relação à moda e ao romance meloso, mas ao mesmo tempo, que faz torcer para que o casal principal tenha o seu final feliz.</em><br />
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<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-5066" title="A Felicidade Não Se Compra, de Frank Capra (1946, It's a Wonderful Life) " src="http://cineresenhas.com/wp-content/uploads/2010/08/DVD_19935.jpg" alt="A Felicidade Não Se Compra, de Frank Capra (1946, It's a Wonderful Life) " width="150" height="231" /><strong><em>A Felicidade Não Se Compra, de Frank Capra (1946, It&#8217;s a Wonderful Life)</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;A Felicidade Não Se Compra&#8221; é um filme que acabou sobrevivendo ao tempo. Mesmo com a revisão, ele acaba ficando melhor do que a primeira vez. É uma lição de vida em mostrar o que o ser humano atual precisa, como honestidade, solidariedade e amor, em um modo simples e tocante. Um homem que está prestes a dar um ponto final em sua existência recebe uma visita inesperada para tentar impedí-lo desta ideia e mostrar as maravilhas da vida.</em></p>
<p><span style="color: #ffffff;">.<br />
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<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-5067" title="Toy Story, de John Lasseter (1995, Toy Story) " src="http://cineresenhas.com/wp-content/uploads/2010/08/DVD_21966.jpg" alt="Toy Story, de John Lasseter (1995, Toy Story) " width="140" height="200" /><strong><em>Toy Story, de John Lasseter (1995, Toy Story)</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Toy Story&#8221; marca a primeira vez que a blogueira que vos fala teve a oportunidade de conhecer uma sala escura de cinema. O melhor é a questão da película não só ser a primeira animação em computação gráfica, mas também por conter uma história simples, ao mesmo tempo divertida e emocionante, com personagens carismáticos, que conquista totalmente pela questão da identificação da infância.</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ponto Crítico &#8211; Out/09</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 11:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ponto Crítico]]></category>

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		<description><![CDATA[
Ao contrário do mês de setembro de 2009, outubro foi um mês preenchido por grandes novidades no circuito de cinema. Além de uma grande lista, os títulos eram para satisfazer a todos os gostos. Agora em termos de preferência dos blogueiros cinéfilos aconteceu uma briga daquelas. Isto porque no mesmo mês fomos presenteados com as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://cineresenhas.com/wp-content/uploads/2010/08/Ponto-Crítico-Out-09.PNG"><img class="size-full wp-image-5076 aligncenter" title="Ponto Crítico - Out-09" src="http://cineresenhas.com/wp-content/uploads/2010/08/Ponto-Crítico-Out-09.PNG" alt="Ponto Crítico - Out-09" width="647" height="420" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Ao contrário do <a href="http://cineresenhas.com/2010/07/ponto-critico-set09/">mês de setembro de 2009</a>, outubro foi um mês preenchido por grandes novidades no circuito de cinema. Além de uma grande lista, os títulos eram para satisfazer a todos os gostos. Agora em termos de preferência dos blogueiros cinéfilos aconteceu uma briga daquelas. Isto porque no mesmo mês fomos presenteados com as estreias de &#8220;<a href="http://cineresenhas.com/2010/03/bastardos-inglorios/">Bastardos Inglórios</a>&#8220;, &#8220;<a href="http://cineresenhas.com/2010/08/deixe-ela-entrar/">Deixe Ela Entrar</a>&#8221; e &#8220;<a href="http://cineresenhas.com/2010/03/distrito-9/">Distrito 9</a>&#8221; &#8211; confere os favoritos nesta ordem, com o filme de Tarantino tendo uma média de 90% de aprovação. Será que quando montarmos o ponto crítico de julho de 2010 o diretor alternativo obterá novamente a primeira colocação com o seu &#8220;<a href="http://cineresenhas.com/2008/04/grindhouse/">À Prova de Morte</a>&#8220;?  Até lá vamos continuar agilizando e entregando as edições bem atrasadas desta seção do Cine Resenhas.</p>
<p>Obrigado pela participação de todos!</p>
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		<title>This Is It</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 11:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>

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		<description><![CDATA[A empresa AEG Live se responsabilizou em bancar a turnê &#8220;This is It&#8221;, que seria composta por dezenas de concertos de Michael Jackson. O cantor americano anunciou no início de março de 2009 que estas seriam suas últimas apresentações e não demorou para que milhares de ingressos fossem adquiridos por fãs em apenas um dia. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A empresa AEG Live se responsabilizou em bancar a turnê &#8220;This is It&#8221;, que seria composta por dezenas de concertos de Michael Jackson. O cantor americano anunciou no início de março de 2009 que estas seriam suas últimas apresentações e não demorou para que milhares de ingressos fossem adquiridos por fãs em apenas um dia. Porém, a AEG Live não esperava a bomba que estaria em sua mão: a morte de Michael Jackson em 25 de junho de 2009, quase vinte dias antes do primeiro concerto agendado. Se não bastassem os altos custos bancados para os vários ensaios, contratação de dançarinos, cantores e caracterização de palco, a empresa ainda sofreu com um alto prejuízo com o reembolso dos ingressos vendidos.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Desta maneira, o diretor e coreógrafo Kenny Ortega (responsável da série &#8220;High School Musical&#8221;) decidiu tirar a única carta que teria para retrucar a triste adversidade: transformar &#8220;This is It&#8221; em documentário. Os ensaios registrados comprovam que Michael Jackson ainda estava em forma, embora limitado ao ponto de dizer que não daria tudo de si por exaustão física.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Algumas das cançoes que compõem o set-list são as clássicas &#8220;They Don&#8217;t Care About Us&#8221;, &#8220;The Way You Make Me Feel&#8221;, &#8220;Thriller&#8221;, &#8220;Beat It&#8221;, &#8220;Black or White&#8221; e &#8220;Man in the Mirror&#8221; (esta encerrando belamente o documentário). Qualquer pessoa, por mais ingênua que possa ser, sabe que &#8220;This is It&#8221;, o filme, não passa de um artifício para reverter um pouco da grana perdida. A preocupação dos investidores foi tamanha que eles nem cumpriram com a promessa de que exibiriam &#8220;This is It&#8221; por apenas duas semanas no circuito americano &#8211; ficou o dobro do período nas salas de cinema. Mas quem vai se importar com isto quando estamos diante daquela que seria a última apresentação do eterno Rei do Pop?</div>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-5055" title="This Is It" src="http://cineresenhas.com/wp-content/uploads/2010/08/22384_14-199x300.jpg" alt="This Is It" width="199" height="300" />A empresa AEG Live se responsabilizou em bancar a turnê &#8220;This is It&#8221;, que seria composta por dezenas de concertos de Michael Jackson. O cantor americano anunciou no início de março de 2009 que estas seriam suas últimas apresentações e não demorou para que milhares de ingressos fossem adquiridos por fãs em apenas um dia. Porém, a AEG Live não esperava a bomba que estaria em sua mão: a morte de Michael Jackson em 25 de junho de 2009, quase vinte dias antes do primeiro concerto agendado. Se não bastassem os altos para os vários ensaios, contratação de dançarinos, cantores e caracterização de palco, a empresa ainda sofreu um alto prejuízo com o reembolso dos ingressos vendidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Desta maneira, o diretor e coreógrafo Kenny Ortega (responsável da série &#8220;High School Musical&#8221;) decidiu tirar a única carta que teria para retrucar a triste adversidade: transformar &#8220;This is It&#8221; em documentário. Os ensaios registrados comprovam que Michael Jackson ainda estava em forma, embora limitado ao ponto de dizer que não daria tudo de si por exaustão física.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas das canções que compõem o set-list são as clássicas &#8220;They Don&#8217;t Care About Us&#8221;, &#8220;The Way You Make Me Feel&#8221;, &#8220;Thriller&#8221;, &#8220;Beat It&#8221;, &#8220;Black or White&#8221; e &#8220;<a href="http://cineresenhas.com/2010/06/man-in-the-mirror-michael-jackson/">Man in the Mirror</a>&#8221; (esta encerrando belamente o documentário). Qualquer pessoa, por mais ingênua que possa ser, sabe que &#8220;This is It&#8221;, o filme, não passa de um artifício para reverter um pouco da grana perdida. A preocupação dos investidores foi tamanha que eles nem cumpriram com a promessa de que exibiriam &#8220;This is It&#8221; por apenas duas semanas no circuito americano &#8211; ficou o dobro do período nas salas de cinema. Mas quem vai se importar com isto quando estamos diante daquela que seria a última apresentação do eterno Rei do Pop?</p>
<p style="text-align: justify;">Título Original: Michael Jackson&#8217;s This Is It<br />
Ano de Produção: 2009<br />
Direção:  Kenny Ortega<br />
Elenco: Michael Jackson, Kenny Ortega, Alex Al, Nick Bass, Michael Bearden, Daniel Celebre, Mekia Cox, Misha Gabriel, Chris Grant, Judith Hill, Dorian Holley, Shannon Holtzapffel, Devin Jamieson e Bashiri Joh<br />
<span style="font-family: Arial, Verdana, Tahoma; line-height: 18px; color: #655e46; font-size: 12px;">Cotação: <img style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; max-width: 100%; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;" src="http://www.empireonline.com/images/stars/small_3.gif" border="0" alt="3 Stars" hspace="2" vspace="3" height="13" align="absmiddle" /></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; line-height: normal; border-collapse: collapse; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px;"> </span></p>
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		<title>Alô, Alô, Terezinha!</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 11:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>

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		<description><![CDATA[
Já fazia aproximadamente dois anos que José Abelardo Barbosa de Medeiros havia morrido quando nasci. Mesmo assim, a geração anos 1990 com certeza conhecia a carreira televisiva do famoso Chacrinha, tendo apresentado programas para emissoras tão diversas quanto a TV Bandeirantes e Rede Globo. O documentário &#8220;Alô, Alô, Terezinha!&#8221;, pronto desde 2008 e lançado nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-5048" title="Alô, Alô, Terezinha!" src="http://cineresenhas.com/wp-content/uploads/2010/08/19302_8-204x300.jpg" alt="Alô, Alô, Terezinha!" width="204" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;">Já fazia aproximadamente dois anos que José Abelardo Barbosa de Medeiros havia morrido quando nasci. Mesmo assim, a geração anos 1990 com certeza conhecia a carreira televisiva do famoso Chacrinha, tendo apresentado programas para emissoras tão diversas quanto a TV Bandeirantes e Rede Globo. O documentário &#8220;Alô, Alô, Terezinha!&#8221;, pronto desde 2008 e lançado nos cinemas nacionais em outubro do ano passado, é um registro que servirá tanto para os fãs matarem a saudade da excêntrica figura como fazer com que o público mais jovem esteja a par de curiosidades profissionais e particulares.</p>
<p style="text-align: justify;">O carioca Nelson Hoineff compartilha arquivos de época e condensou as entrevistas que somavam ao todo cento e cinquenta horas de gravações em material que totaliza um todo aproximado de uma hora. Os depoimentos são de famosos como Roberto Carlos, Fábio Jr. e Alcione, as desejadas chacretes e até mesmo de calouros que ficaram marcados pelas buzinadas de reprovação do Chacrinha.</p>
<p style="text-align: justify;">O acerto de &#8220;Alô, Alô, Terezinha!&#8221; é se esquivar do padrão um tanto maçante de qualquer documentário e encarar as coisas com um tom de deboche digno do personagem homenageado. Exemplo claro disto é a já clássica cena onde Byafra canta “Sonho de Ícaro” para ser atingido, acidentalmente, por um parapente. Esse clima só é quebrado quando se manifesta a sensação de que o tributo é involuntariamente transferido para alguns convidados em alguns momentos: se não bastasse ter ganhado um documentário todo seu pelas mãos de Toni Venturi, Rita Cadillac ainda chama as atenções para si de maneira totalmente desapropriada em &#8221;Alô, Alô, Terezinha!&#8221;, embora a &#8220;lady do povo&#8221; tenha lá seu inegável carisma.</p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; text-align: justify;">Título Original: Alô, Alô, Terezinha!</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; text-align: justify;">Ano de Produção: 2008</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; text-align: justify;">Direção: Nelson Hoineff</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; text-align: justify;">Elenco: Chacrinha, Roberto Carlos, Gilberto Gil, Alcione, Ney Matogrosso, Beth Carvalho, Fábio Jr., Cauby Peixoto, Fafá de Belém, Rita Cadillac, Elke Maravilha, Índia Potira, Gracinha Copacabana, Chiclete com Banana, Gretchen, Vera Furacão, Agnaldo Timóteo, Loira Sinistra, Jerry Adriani, Wanderley Cardoso, Wanderlea, Baby do Brasil, Alceu Valença, Elba Ramalho, Elymar Santos, Byafra, Rosemary, Nelson Ned e outros</div>
<p style="text-align: justify;">Título Original: Alô, Alô, Terezinha!<br />
Ano de Produção: 2008<br />
Direção: Nelson Hoineff<br />
Elenco: Chacrinha, Roberto Carlos, Gilberto Gil, Alcione, Ney Matogrosso, Beth Carvalho, Fábio Jr., Cauby Peixoto, Fafá de Belém, Rita Cadillac, Elke Maravilha, Índia Potira, Gracinha Copacabana, Chiclete com Banana, Gretchen, Vera Furacão, Agnaldo Timóteo, Loira Sinistra, Jerry Adriani, Wanderley Cardoso, Wanderlea, Baby do Brasil, Alceu Valença, Elba Ramalho, Elymar Santos, Byafra, Rosemary, Nelson Ned e outros<br />
<span style="font-family: Arial, Verdana, Tahoma; line-height: 18px; font-size: 12px; color: #655e46;">Cotação: <img style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; max-width: 100%; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;" src="http://www.empireonline.com/images/stars/small_3.gif" border="0" alt="3 Stars" hspace="2" vspace="3" height="13" align="absmiddle" /></span></p>
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		<title>Algo Que Você Precisa Saber</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 11:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>

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		<description><![CDATA[O cinema francês não teve sorte no circuito de cinema no Brasil no ano passado. Isto porque entre os poucos filmes a ganharem lançamentos por aqui eram fraquíssimos, a exemplo de &#8220;As Testemunhas&#8221;, &#8220;Atrizes&#8221;, &#8220;Horas de Verão&#8221; e &#8220;Partir&#8221;. Outra infeliz obra a ingressar este grupo é &#8220;Algo Que Você Precisa Saber&#8221;, segundo filme da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O cinema francês não teve sorte no circuito de cinema no Brasil no ano passado. Isto porque entre os poucos filmes a ganharem lançamentos por aqui eram fraquíssimos, a exemplo de &#8220;As Testemunhas&#8221;, &#8220;Atrizes&#8221;, &#8220;Horas de Verão&#8221; e &#8220;Partir&#8221;. Outra infeliz obra a ingressar este grupo é &#8220;Algo Que Você Precisa Saber&#8221;, segundo filme da diretora Cécile Telerman. Em 2005 ela fez a comédia &#8220;Tudo Por Prazer&#8221;, estrelada pela irmã de Emmanuelle Seigner, a linda Mathilde Seigner, e desta vez repete o erro dos quatro títulos apontados e avaliados por aqui: a sua história jamais é suficientemente interessante para valer a conferida.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Mathilde Seigner vive Alice, a pintora filha do casal Celliers (Patrick Chesnais e Charlotte Rampling). Sua família é um tanto desestruturada, tendo também o fracassado irmão mais velho Antoine (Pascal Elbé) como o empreendedor de um negócio custeado pelo pai à beira da falência. Com menos intensidade, também somos apresentados ao membro mais novo dessa família, a médica Annabelle (Sophie Cattani), a irmã de Antoine e Alice.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A proposta aqui é mostrar os problemas de toda essa família e o aparecimento do policial Jacques de Parentis (Olivier Marchal) tentará dar um agito na história com algumas surpresas nada arrebatadoras. Há também uma investida no humor, com diálogos para lá de mordazes e fora do tom dentro da narrativa. A cineasta Cécile Telerman parece não dominar bem a arte de se fazer cinema e nos presenteia com cenas cafonas (como uma de reencontro entre Alice e Jacques próxima a uma ponte e outra que fecha o longa-metragem) que só piora o que já estava ruim.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Título Original: Quelque chose à te dire | Blame It on Mum</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Ano de Produção: 2009</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Direção: Cécile Telerman</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Elenco: Charlotte Rampling, Mathilde Seigner, Pascal Elbé, Patrick Chesnais, Sophie Cattani, Olivier Marchal, Gwendoline Hamon, Laurent Olmedo e Jérôme Soubeyrand</div>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-5032" title="Algo Que Você Precisa Saber | Quelque chose à te dire | Blame It on Mum" src="http://cineresenhas.com/wp-content/uploads/2010/08/algo-que-voce-precisa-saber-03-300x200.jpg" alt="Algo Que Você Precisa Saber | Quelque chose à te dire | Blame It on Mum" width="300" height="200" />O cinema francês não teve sorte no circuito de cinema no Brasil no ano passado. Isto porque entre os poucos filmes a ganharem lançamentos por aqui eram fraquíssimos, a exemplo de &#8220;<a href="http://cineresenhas.com/2009/07/as-testemunhas/">As Testemunhas</a>&#8220;, &#8220;<a href="http://cineresenhas.com/2009/10/atrizes/">Atrizes</a>&#8220;, &#8220;Horas de Verão&#8221; e &#8220;<a href="http://cineresenhas.com/2010/07/partir/">Partir</a>&#8220;. Outra infeliz obra a ingressar este grupo é &#8220;Algo Que Você Precisa Saber&#8221;, segundo filme da diretora Cécile Telerman. Em 2005 ela fez a comédia &#8220;Tudo Por Prazer&#8221;, estrelada pela irmã de Emmanuelle Seigner, a linda Mathilde Seigner, e desta vez repete o erro dos quatro títulos apontados por aqui: a sua história jamais é suficientemente interessante para valer a conferida.</p>
<p style="text-align: justify;">Mathilde Seigner vive Alice, a pintora filha do casal Celliers (Patrick Chesnais e Charlotte Rampling). Sua família é um tanto desestruturada, tendo também o fracassado irmão mais velho Antoine (Pascal Elbé) como o empreendedor de um negócio custeado pelo pai à beira da falência. Com menos intensidade, também somos apresentados ao membro mais novo dessa família, a médica Annabelle (Sophie Cattani), irmã de Antoine e Alice sempre consultando cartas de tarô.</p>
<p style="text-align: justify;">A proposta aqui é mostrar os problemas de toda essa família e o aparecimento do policial Jacques de Parentis (Olivier Marchal) tentará dar um agito na história com algumas surpresas nada arrebatadoras. Há também uma investida no humor, com diálogos para lá de mordazes e fora do tom dentro da narrativa. A cineasta Cécile Telerman parece não dominar bem a arte de se fazer cinema e nos presenteia com cenas cafonas (como uma de reencontro entre Alice e Jacques próxima a uma ponte e outra que fecha o longa-metragem) que só piora o que já estava ruim.</p>
<p style="text-align: justify;">Título Original: Quelque chose à te dire | Blame It on Mum<br />
Ano de Produção: 2009<br />
Direção: Cécile Telerman<br />
Elenco: Charlotte Rampling, Mathilde Seigner, Pascal Elbé, Patrick Chesnais, Sophie Cattani, Olivier Marchal, Gwendoline Hamon, Laurent Olmedo e Jérôme Soubeyrand<br />
<span style="font-family: Arial, Verdana, Tahoma; line-height: 18px; color: #655e46; font-size: 12px;">Cotação:  <img style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; max-width: 100%; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;" src="file:///C:/Users/ALEXGO~1/AppData/Local/Temp/moz-screenshot-1.png" alt="" /><span style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; color: #000000; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;"><img style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; max-width: 100%; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;" src="http://www.empireonline.com/images/stars/small_1.gif" border="0" alt="1 Star" hspace="2" vspace="3" height="13" align="absMiddle" /></span></span></p>
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		<title>Besouro</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 15:07:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alex Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>

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		<description><![CDATA[Promessa de bom filme: roteiro de Patrícia Andrade com parceria do também diretor João Daniel Tikhomiroff, bela fotografia a cargo de Enrique Chediak, cenas de ação coreografadas pelo chinês Huen Chiu Ku, belas locações no Recôncavo Baiano e na Chapada Diamantina e principalmente uma grande produção que parecia exaltar a arte da capoeira e do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Promessa de bom filme: roteiro de Patrícia Andrade com parceria do também diretor João Daniel Tikhomiroff, bela fotografia a cargo de Enrique Chediak, cenas de ação coreografadas pelo chinês Huen Chiu Ku, belas locações no Recôncavo Baiano e na Chapada Diamantina e principalmente uma grande produção que parecia exaltar a arte da capoeira e do Candomblé. O resultado: nada mais do que uma grande bobagem por vezes insuportável tamanho os desencontros da narrativa.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Ambientado na Salvador de 1924, a ação baseada em uma lenda do mesmo período nos apresenta Besouro (papel de Ailton Carmo), capoeirista que se transforma em herói após a morte de seu mentor. Com negros estando em um período de intolerância com a autonomia do coronel Venâncio (Flavio Rocha), resta ao habilidoso Besouro fazer justiça numa salada que custou dez milhões de reais muito mal investidos.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Título Original: Besouro</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Ano de Produção: 2009</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Direção: João Daniel Tikhomiroff</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Elenco: Aílton Carmo, Ânderson Santos de Jesus, Jéssica Barbosa, Flávio Rocha, Irandhir Santos, Macalé, Leno Sacramento, Chris Vianna, Sérgio Laurentino, Miguel Lunardi e Adriana Alves</div>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-5028" title="Besouro" src="http://cineresenhas.com/wp-content/uploads/2010/08/besouro-222x300.jpg" alt="Besouro" width="222" height="300" />Promessa de bom filme: roteiro de Patrícia Andrade com parceria do também diretor João Daniel Tikhomiroff, bela fotografia a cargo de Enrique Chediak, cenas de ação coreografadas pelo chinês Huen Chiu Ku, belas locações no Recôncavo Baiano e na Chapada Diamantina e principalmente uma grande produção que parecia exaltar a arte da capoeira e do Candomblé. O resultado: nada mais do que uma grande bobagem por vezes insuportável tamanho os desencontros da narrativa.</p>
<p style="text-align: justify;">Ambientado na Salvador de 1924, a ação baseada em uma lenda do mesmo período nos apresenta Besouro (papel de Ailton Carmo), capoeirista que se transforma em herói após a morte de seu mentor. Com negros estando em um período de intolerância com a autonomia do coronel Venâncio (Flavio Rocha), resta ao habilidoso Besouro fazer justiça numa salada que custou dez milhões de reais muito mal investidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Título Original: Besouro<br />
Ano de Produção: 2009<br />
Direção: João Daniel Tikhomiroff<br />
Elenco: Aílton Carmo, Ânderson Santos de Jesus, Jéssica Barbosa, Flávio Rocha, Irandhir Santos, Macalé, Leno Sacramento, Chris Vianna, Sérgio Laurentino, Miguel Lunardi e Adriana Alves<br />
<span style="font-family: Arial, Verdana, Tahoma; line-height: 18px; font-size: 12px; color: #655e46;">Cotação:  <img style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; max-width: 100%; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;" src="file:///C:/Users/ALEXGO~1/AppData/Local/Temp/moz-screenshot-1.png" alt="" /><span style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; color: #000000; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;"><img style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 12px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; max-width: 100%; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; padding: 0px; margin: 0px; border: 0px initial initial;" src="http://www.empireonline.com/images/stars/small_1.gif" border="0" alt="1 Star" hspace="2" vspace="3" height="13" align="absMiddle" /></span></span></p>
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